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09/07/2025
A caderneta de vacinação das crianças deve ser acompanhada com atenção desde os primeiros dias de vida. Para saber quais vacinas são obrigatórias, quando devem ser aplicadas e quais reforços são recomendados, os pais devem consultar o calendário oficial de vacinação infantil, elaborado pelo Ministério da Saúde por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Esse cronograma é atualizado regularmente e pode ser acessado gratuitamente no site do próprio Ministério e nos postos públicos de saúde.
Logo após o nascimento, o bebê já recebe vacinas essenciais, como a BCG e a de hepatite B. A partir do segundo mês, outras doses são aplicadas para proteger contra doenças como poliomielite, coqueluche, tétano, pneumonia, rotavírus, meningite e outras infecções. “A vacina é uma forma de ensinar o organismo da criança a se defender antes mesmo de ter contato com a doença. É um investimento na saúde dela e de todos a sua volta”, afirma Irmã Luci Rocha de Freitas, diretora geral do Colégio Santo Antonio de Lisboa, de São Paulo.
O calendário contempla também reforços e novas vacinas nos primeiros anos de vida, incluindo a tríplice viral, a de varicela, hepatite A, gripe e febre amarela. Crianças que recebem todas as doses no tempo certo desenvolvem um sistema imunológico mais preparado e se tornam menos vulneráveis a surtos que ainda podem surgir, como aconteceu com o sarampo em 2018.
Todas as vacinas do calendário infantil estão disponíveis gratuitamente pelo SUS. Elas podem ser aplicadas nas unidades básicas de saúde de todo o país. Para os pais que preferem um ambiente mais reservado ou precisam de horários específicos, clínicas particulares também oferecem serviços de vacinação domiciliar. Nesse caso, é importante garantir que as vacinas sigam as recomendações do calendário nacional e sejam devidamente registradas na caderneta.
Além da proteção individual, a vacinação protege a comunidade por meio da chamada imunidade coletiva. Isso significa que, quanto maior o número de pessoas vacinadas, menores são as chances de o vírus circular. Essa proteção beneficia inclusive crianças que ainda não completaram o esquema vacinal ou que, por questões de saúde, não podem receber determinadas vacinas.
A consulta regular ao calendário é uma atitude simples, mas essencial. Pais e responsáveis podem acessá-lo diretamente no site oficial do Ministério da Saúde, acompanhar atualizações nos postos de saúde e buscar orientação de profissionais da área. Para saber mais sobre vacinas, visite https://laboratorioexame.com.br/saude/vacinacao-infantil e https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao